Na quinta-feira (6), a polícia prendeu Jhonatan Barros Cardoso, de 27 anos, suspeito de matar o jornalista Cristiano Luiz Freitas, de 48 anos, no bairro Jardim das Américas, em Curitiba. Cristiano foi encontrado morto na terça-feira (4), com mãos e pés amarrados, fita na boca e marcas no pescoço. O crime chocou todo mundo, ainda mais porque Jhonatan tinha sido solto da cadeia no dia 13 de fevereiro, só 20 dias antes, mesmo tendo histórico de crimes. Ele já tinha sido preso em 2024 por roubo e por ameaçar pessoas para tirar dinheiro delas, mas a juíza Fernanda Orsomarzo decidiu deixá-lo responder em liberdade. A polícia acha que ele marcou um encontro com o jornalista por aplicativo e depois o matou, talvez por briga ou para roubar.
Falha da Justiça Deixa Cidade em Alerta
Jhonatan não era novato no crime. Depois de solto, ele voltou a fazer coisas erradas rapidinho: extorquiu pessoas nos dias 18 e 25 de fevereiro, antes de ser ligado à morte de Cristiano. A polícia já sabe de pelo menos cinco outras vítimas dele, que ele enganava por aplicativos para roubar. Muita gente está perguntando como alguém assim foi solto tão fácil. A justiça deixou ele sair sem vigiar direito, e isso acabou em tragédia. Agora, preso de novo, Jhonatan não quis falar nada. A morte de Cristiano, que era muito querido por seu trabalho no jornalismo e no teatro, deixou amigos e a cidade revoltados, pedindo mudanças para que pessoas perigosas não fiquem soltas e crimes assim não aconteçam mais.
