A fila do INSS atingiu a marca crítica de 3 milhões de pessoas, expondo o descaso com brasileiros que aguardam meses por benefícios essenciais à sobrevivência.
Enquanto o cidadão comum enfrenta uma burocracia paralisante, o topo do funcionalismo e os detentores do poder desfrutam de uma “máquina pública” veloz, capaz de aprovar aumentos e regalias em tempo recorde.
Esse cenário escancara uma desigualdade gritante: para a elite, o orçamento é farto e a eficiência é imediata, enquanto para a base da pirâmide, o que resta é a espera interminável e a negligência estatal.
