O cerco econômico liderado por Donald Trump coloca a ditadura de Cuba em xeque-mate, restando ao regime poucas saídas além da rendição ou do colapso total.
Com o corte estratégico do fornecimento de petróleo vindo da Venezuela e as recentes restrições impostas ao México, a ilha mergulhou em um apagão energético e social que paralisou o país.
Após mais de 67 anos sob um sistema que escraviza sua própria população em nome de uma ideologia fracassada, o povo cubano dá sinais claros de revolta, impulsionado pela fome e pela falta de liberdade.
Para Washington, a asfixia financeira do regime é o caminho final para encerrar décadas de autoritarismo e devolver a democracia a uma nação que não suporta mais o peso da opressão.
