A situação financeira do brasileiro está cada vez mais apertada, com o número de pessoas com o nome sujo saltando de 70 milhões para 82 milhões em pouco mais de três anos.
Já são 15 meses de alta seguida, o que mostra que o otimismo do governo não bate com o que a gente vê no bolso: juros muito altos e o custo de vida subindo sem parar.
O pior é que essa dívida não é por luxo ou compras desnecessárias; a maioria das pessoas está se endividando apenas para tentar pagar as contas básicas, como luz e comida, e garantir o mínimo para sobreviver.
Enquanto o discurso oficial fala em melhora, a realidade nas ruas é de sufoco para fechar o mês e o medo constante de ficar com o nome no SPC.
