O Brasil iniciou o ano de 2026 com um alerta crítico para a economia doméstica, atingindo a marca de 73,3 milhões de pessoas com restrições de crédito, o que representa 43,88% da população adulta do país.
Segundo dados da CNDL e do SPC Brasil, esse contingente de negativados cresceu 9,39% em relação ao ano anterior, sendo a faixa etária dos 30 aos 39 anos a mais impactada, com mais da metade de seus integrantes inadimplentes.
Enquanto o Centro-Oeste lidera o ranking regional de endividamento, o setor financeiro permanece como o maior credor, concentrando mais de 65% das pendências, em um cenário onde o valor médio das dívidas por consumidor já se aproxima dos R$ 4.900,00.
